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Não. A chave que você conecta é só de ler saldo + operar (trade) — a permissão de saque fica sempre desligada (a conexão recusa chave que tenha saque). Seu dinheiro nunca sai da sua conta na corretora; a Theta só dá as ordens de compra e venda. É o que chamamos de não-custodial.
Sim — é o lema da casa e está no motor. O bot só realiza uma venda com lucro sobre o preço médio. Se o preço cai, ele espera (ou reforça a compra no fundo), mas não realiza prejuízo pra “girar”. A única venda no vermelho possível é uma que você faça na mão. Detalhes em Stop-loss e os botões.
O Theta é o quarto instrumento da Microforge — um maker indie que constrói produtos mostrando a conta. O nome vem da letra grega θ, na família Lambda · Kappa · Theta.
Na prática, é um robô de acumulação e ciclo de cripto Spot — e, o ponto que mais importa, não-custodial: opera na sua própria conta na exchange, com uma chave só de trade (sem saque). O seu dinheiro nunca sai da sua conta.
Sem caixa preta: tudo que o bot faz, você vê — cada compra, cada venda, a taxa real, o lucro realizado e o não-realizado, o drawdown. Nada de "estratégia secreta" nem promessa de ficar rico. O diferencial é confiança: dá para auditar cada centavo.
Foco em blue chips (sem memecoins) e Spot (sem alavancagem, sem futuros). Menos espetáculo, mais honestidade.
No Theta Reserva são duas estratégias — você escolhe por perfil (mais abaixo). Grid, Posição manual e Spot Pro têm cards próprios nesta Ajuda.
🛡️ Acumular (DCA): compra um valor fixo de tempos em tempos e nunca vende. O capital que você digita é o TETO total: a compra é distribuída (~30 compras) e o bot para sozinho ao atingi-lo. Como decide entrar: a cada intervalo (diário/semanal), ele compra a mercado e registra. É idempotente — nunca compra duas vezes no mesmo ciclo, mesmo se reiniciar.
🔁 Ciclo (take-profit): compra, espera o lucro, vende e reentra — em loop. O motor verifica a cada ~30s. Passo a passo de como ele decide:
O ritmo: um processo (o "motor") roda na nossa VPS e, a cada ~30 segundos, lê do banco todos os bots com status rodando e processa cada um. Bot pausado é pulado.
O que faz por bot, a cada tick: olha o preço atual, decide (comprar / segurar / vender / reforçar) pelas regras do bot, e registra cada ordem no histórico. Tudo idempotente — a ordem fica reservada no banco antes de ir pra exchange e o identificador é determinístico, então nunca compra duas vezes no mesmo ciclo, mesmo se o motor reiniciar no meio.
E se o Theta sair do ar? A pergunta certa. Como é não-custodial, seu dinheiro e suas moedas ficam o tempo todo na sua conta da exchange — o Theta nunca segura nada. Se o motor cair:
Ou seja: o pior caso de uma queda do Theta é o bot ficar parado um tempo — nunca uma perda forçada. Honestidade completa: o desenho não-custodial move o risco de custódia do Theta para a SUA corretora — muito melhor, mas não zero: corretora também pode congelar saques ou quebrar (a FTX foi exatamente isso). Prefira corretora sólida e não deixe parado lá mais do que precisa.
Os 5 prontos são combinações dos mesmos blocos (gatilho de entrada, lucro-alvo, reforços, saída por trailing 2% e reinvestimento). O trailing é hoje o padrão; a saída em degraus é a exceção (só um bot usa). O que muda em cada um:
A config campeã do backtest, a que mais gira — com o porém de sempre: numa alta longa, o DCA puro (Acumular) tende a render mais; ciclo é disciplina, não milagre.
O que esperar: Melhor em mercado de lado volátil e alta com respiros (muitos ciclos pequenos travados). Pior em alta parabólica sem recuo (trava cedo e recompra caro — o DCA puro renderia mais) ou bear profundo (posição presa, reforços consumidos). Espera: em mercado ativo, giros de horas a poucos dias. Ciclo típico: compra → sobe ~1,5% → trailing seca → vende → recompra no recuo 0,5% ou após 3h.
Indicadores e por quê: Entrada livre (sem filtro): não espera indicador — aproveita qualquer momento, porque o backtest de ~8 anos mostrou que filtrar a entrada aqui não compensou. Trailing 2%: deixa o lucro correr e só realiza se recuar 2% do topo (nunca no prejuízo). 3 reforços (~-2%): baixam o preço médio na queda.
Exemplo honesto: Comprou BTC a 100, subiu a 102 (topo), recuou a ~101,5 → o trailing realiza ~+1,5% ali (não no topo). Se cair antes de +1,5%, NÃO vende: aciona reforços a cada ~-2% e espera. Numa alta reta 100→130 sem recuo, teria vendido a ~102 e ficado de fora — aí o DCA puro pegaria os 30%.
IMPORTANTE: o Plano do Piloto é UM exemplo de organização por risco, não uma rota a seguir — descer de camada (Especulativo/Novas) é OPÇÃO, não meta; ficar só em BTC+ETH para sempre é perfeitamente válido. Dito isso: ela responde as três perguntas de quem começa — com quanto começo, quais moedas uso e quando ligo? Cada degrau de +50 USDT sugere uma ação — aprofundar um bot (subir o teto, mais reforços) ou adicionar 1 moeda nova. Regras de ouro: núcleo (BTC+ETH) primeiro; a Reserva da conta (15% do capital, ≤$1.000; 10% acima) fica sempre FORA dos tetos; e toda moeda nova nasce com teto de 50 e reforços — profundidade antes de largura (menos moedas, mais fortes).
| Capital total | Ação ao chegar aqui |
|---|---|
| < 100 | Modo Teste (paper com $1.000 virtuais) — o real começa quando der pra base digna |
| 100 | Criar Estratégia Theta (BTC+ETH) — base 10, teto 85 · Reserva da conta 15 (15%, fora dos tetos) |
| 150 |
A fonte: o motor pega os candles (preços) da PRÓPRIA corretora onde o bot opera — pela API pública, os mesmos preços que você vê no gráfico da exchange. Nada de fonte secreta nem dado de terceiro: é o preço real do mercado, de 1 em 1 hora (candles de 1h).
Como alimenta: quando o bot está "aguardando entrada", a cada tick (~30s) ele busca os últimos N fechamentos (ex.: 15 candles pro RSI-14), calcula o indicador na hora com a fórmula transparente (a mesma do FAQ e do código) e compara com o limiar que você configurou.
Como ele "sabe" que o RSI bateu o ponto? Passo a passo do RSI < 35:
É determinístico e auditável: mesmos preços, mesmo resultado — dá pra refazer a conta na mão. Cada indicador (RSI, médias, MACD, Bollinger, Estocástico) segue a mesma lógica: candles da corretora → fórmula aberta → compara com o limiar (as fórmulas estão no card "Indicadores de entrada" acima).
Honestidade: usamos fechamentos (não a máxima/mínima intradiária, que o feed simples não traz), então o Estocástico e as bandas são uma aproximação fiel — dita na cara, sem fingir precisão que não temos.
O que MUDA o bot e o que é só leitura
Dois papéis diferentes: RSI e EMA20 são GATILHOS da 1ª entrada (mudam quando o bot compra — e só a 1ª compra; recompras e reforços seguem a queda/cooldown). O regime (ADX/EMA200, o badge Alta/Lateral/Baixa) é SÓ LEITURA: transparência pra você — não muda nenhuma decisão do bot. Trailing e reforços não são indicadores: são a execução da saída e do preço médio. Honesto: indicador de entrada atrasa o giro; a casa usa poucos de propósito.
Guardião com HORÁRIO (novidade): além da frequência, você escolhe QUANDO ele compra — diário às HH:MM, semanal no dia da semana às HH:MM, ou mensal no dia N às HH:MM (horário de Brasília). Em meses mais curtos compra no último dia (dia 31 em junho = 30/06). A primeira compra espera o primeiro horário agendado — criar o bot não dispara compra. Se o motor estiver fora do ar na hora, compra a ocorrência perdida ao voltar (só a última, nunca em dobro).
Cada perfil é uma receita pronta de estratégia + parâmetros:
Só acumula, nunca vende. Compra um valor fixo na frequência escolhida, com teto de capital: você digita o total e o bot para sozinho ao atingi-lo. Para juntar cripto no longo prazo, sem se preocupar com timing.
Vende a +3% de lucro e reentra após uma queda de 2% (espera até 3 dias). Meio-termo entre giro e paciência — o ponto de partida recomendado.
Mais giro: vende a +1,5% e reentra rápido (queda de 0,5%, ou em até 3h). Mais ciclos, lucros menores por ciclo. Combina com mercado de lado/volátil.
Vende a +6% e reentra após queda de 4% (espera até 7 dias). Menos ciclos, lucros maiores por ciclo. Para quem não tem pressa.
Não existe perfil "melhor" — depende do mercado e do seu temperamento. Numa alta longa, o Guardião (segurar) tende a render mais (o ciclo vende cedo e perde parte da subida); em lado, os ciclos giram pequenos ganhos verdes; em queda, todos seguram — nenhum vende no vermelho. Use o (histórico desde ~2017) para comparar com histórico real.
Testamos o Ciclo em 5 anos de dados horários reais (624 janelas de mercado), separados por regime — este é o estudo POR REGIME; o backtest longo de ~8 anos (que definiu o trailing e a Estratégia Theta) é outro estudo, ver o card do trailing. O retrato honesto — sem promessa:
| Estratégia | Alta | Lado | Baixa | Geral |
|---|---|---|---|---|
| Segurar (acumular) | +47% | ~0% | −29% | +6,3% |
| Ciclo (take-profit) | +32% | +0,8% | −27% | +2,6% |
Retorno sobre um lote rotativo, média de BTC/ETH/SOL, com taxas. Passado ≠ futuro.
Três verdades honestas:
A corretora cobra uma taxa pequena por ordem (na Binance, 0,1%, ou 0,075% se paga com BNB). O Theta não cobra nada nas operações — só a assinatura.
Deixe um pouco de BNB na conta. Com BNB, a taxa sai do BNB (25% mais barato), então a moeda comprada chega inteira e o bot vende 100% dela — zero poeira (sem farelo sobrando da moeda). Sem BNB, a taxa sai da própria moeda, deixando pedacinhos que não dá pra vender.
Você não precisa configurar nada — a Binance usa o BNB pra taxa automaticamente quando você tem saldo. Poucos dólares de BNB cobrem centenas de ordens; recomplete de vez em quando.
E nas outras corretoras?
Coinbase (Advanced): o Theta opera os pares /USDC, que pagam ~0,10% (par estável — confirmado em fills reais), no nível da Binance, não os 0,60% dos pares /USD. Cobrada no QUOTE (USDC), a moeda chega inteira, zero poeira. O painel mostra o que os seus fills realmente pagaram.
Quanto reservar de BNB
Regra simples: deixe cerca de 1% do capital operado em BNB, separado, só pra taxa. Rende muito e você recompleta quando baixar.
| Capital operado | Reserva sugerida em BNB |
|---|---|
| até $200 | ~$2 |
| $500 | ~$5 |
| $1.000 | ~$10 |
Em toda corretora, a taxa da compra é descontada da moeda recebida: você compra 100 USDT de SOL com taxa 0,1% e chegam 99,9% dos SOL. O motor captura o fill real (quanto de fato entrou), calcula o custo sobre isso e, na venda, vende pela sobra líquida que está na conta.
O resíduo que a corretora não deixa vender (abaixo do lote mínimo) é a poeira: o painel não conta ela como prejuízo — o lucro é calculado honesto sobre a parte vendida — e o motor varre resíduos quando dá. Nada de «prejuízo fantasma» por taxa.
Por corretora: na Bybit, o desconto de pagar com MNT não vale pra ordens via API (regra da Bybit) — os bots pagam 0,1% na moeda; MNT só ajuda no trade manual (detalhe). Na Binance, o Auto-BNB pode pagar a taxa com BNB reservado (como funciona). Números completos em Taxas.
O Simulador
Ele reproduz o histórico real de preços da Binance (API pública, candles diários) do período que você escolher — de 1 ano até "Desde o início" (~2017) e roda a estratégia candle a candle: compra, espera o alvo, vende, reentra — exatamente a lógica que o motor usa ao vivo. Os números (retorno, drawdown) saem direto desse replay. Nada de dado inventado.
Limites honestos: só moedas vivas hoje (viés de sobrevivência), candle diário (alvos pequenos podem hitar intra-dia na vida real), sem slippage, um período. Passado ≠ futuro.
Modo teste (paper)
Um bot em modo teste usa um saldo virtual, mas os preços reais atuais da corretora, e roda o mesmo motor de um bot real — só que não envia nenhuma ordem à corretora. É o jeito honesto de ver a estratégia funcionar com o mercado de verdade antes de arriscar um centavo. Grátis e sem limite.
Mesmos preços públicos, mesmas fórmulas abertas, mesmo motor — simulador, teste e real. Sem caixa preta em lugar nenhum.
No Ciclo você pode (opcional) exigir um gatilho de entrada: o indicador filtra só a 1ª entrada (comprar no medo uma vez) — nas reentradas quem manda é a queda/cooldown, não o indicador. Todos são calculados sem caixa preta, com candles de 1h. Abaixo, cada um — o que mede, quando ajuda e quando falha — e o resultado do nosso backtest.
Dois números importam — e o card de cada bot pronto já mostra o segundo:
Exemplo, a Estratégia Theta (BTC e ETH): liga com ~100 USDT e usa até ~500 no pior caso — uma queda forte que dispara os 3 reforços. No dia a dia ela usa bem menos; os ~500 são pra não te pegar de surpresa.
Piso técnico da Binance: ~5 USDT por ordem. Recomendação da casa: ≥ 20 por moeda (abaixo disso a taxa corrói o lucro). Quer começar menor? No Personalizar você baixa o valor por ciclo. No modo teste não há mínimo — é saldo virtual.
Comece pequeno e aumente depois — sem recriar. Com ~100 USDT já dá pra ver a Estratégia Theta funcionando bem. Quer pôr mais 100 depois? Use o botão Editar no card do bot: você renomeia o bot, muda o valor por ciclo, adiciona moedas (ETH, SOL…) e, no teste, adiciona saldo. O bot continua rodando e mantém o histórico — renomear é seguro (lucros e posições são por ID, não pelo nome) e a mudança vale já no próximo ciclo.
Quando um bot Ciclo vende com lucro, você escolhe quanto desse lucro volta para a próxima compra. Isso é composição (juros compostos): a posição cresce sozinha a cada ciclo.
Exemplo: o bot compra 10 USDT de BTC e vende por 10,30 (lucro de 0,30).
Honestidade: reinvestir acelera os ganhos e a exposição (a posição fica maior). Em alta, compõe; em baixa, a posição maior oscila mais. Como nunca vendemos no prejuízo, só entra lucro de verdade no reinvestimento. É opcional — você decide a %.
50% ou 95%? — composição vs. cofre
Não tem resposta única. Reinvestir 95–100% = composição máxima no PRÓPRIO bot (o cofre do Piloto quase não enche). Reinvestir 50% = metade compõe, metade vai pro cofre — a escada do Piloto sobe mais rápido e o crescimento vai pra FROTA conforme o plano. Regra prática: quer engordar este bot? % alto. Quer o Piloto destravando os próximos passos do plano? % médio.
O trailing funciona assim: ao bater o lucro-alvo, em vez de vender na hora, o bot segue o topo do preço e só vende quando ele recua uma % do máximo (usamos 2%). Assim, se continuar subindo, você captura mais — a ideia é "deixar o lucro correr".
O ponto essencial: ele nunca vende no prejuízo. O trailing só arma na zona de lucro; se o preço despencar do topo e cruzar o alvo, o bot realiza ali mesmo — o alvo funciona como piso e o lucro não evapora. Só se o tombo for tão fundo que passe do seu custo é que ele segura (lema da casa: nunca no vermelho).
Backtest de ~8 anos (8 moedas reais, alvo 1,5% + reentrada na queda): o trailing 2% mais que dobrou o retorno acumulado vs vender no alvo (+175% vs +63%), quase tudo por capturar mais das altas fortes.
Honesto: não é mágica. Num giro rápido você devolve até a % do trailing a partir do topo (mas nunca abaixo do seu alvo). É uma aposta na continuação que o dado longo premia. Nota: um teste curto anterior (3 regimes) sugeria vender no alvo; o de 8 anos reverteu — a gente mostra o número mesmo quando ele nos faz mudar de ideia.
Por isso os bots prontos de ciclo já vêm com trailing 2% (exceto o "Lucro em Escada", que é de propósito uma saída escalonada). Ajustável nas opções avançadas.
«Por que vendeu a +1,42% se o alvo era +1,5% cravado?»
Pausar para o bot na hora — se ele estiver com uma posição aberta, ela fica aberta (você decide o que fazer).
Encerrar no próximo ciclo é a saída graciosa: o bot vende a posição no alvo (no lucro, como sempre), não reentra e então para. Ideal quando você quer sair sem interromper um ciclo no meio.
E o Remover? Com posição aberta, o painel bloqueia a remoção — apagar o bot deixaria suas moedas órfãs, sem ninguém pra vender no lucro. Primeiro «Encerrar no próximo ciclo»; remova depois que fechar. O painel confere na corretora: se as moedas nem estão mais lá (você vendeu por fora) ou a API não responde, a remoção é liberada. A mesma trava vale para remover uma conexão API com bots ativos usando ela.
Vender 1 vez e sair, ou deixar rodar?
«Encerrar no próximo ciclo» = o bot vende NO ALVO uma última vez e se pausa sozinho — útil pra sair de uma posição sem vigiar preço (e sem vender no vermelho). Deixar rodar = depois de cada venda o bot recompra na queda e segue compondo giro após giro. A diferença é só o depois da venda; a venda em si sempre respeita o alvo.
Os três verdes medem coisas DIFERENTES — por isso não batem:
Exemplo: se você arquivou um bot que lucrou $0,84, esse valor continua no (1) para sempre, mas sai do (2) e do (3). Nenhum número está errado — cada um responde uma pergunta diferente.
APR/APY com porteira de 30 dias: anualizar poucos dias infla o número (5 dias de sorte «viram» +79% ao ano — não significa nada). Com menos de 30 dias de amostra o dashboard mostra «—»; de 30 a 90 dias o número vem com o selo «amostra curta»; os dias da amostra ficam sempre ao lado. Retrovisor, nunca promessa.
APR «frota» × APR «conta»: são o MESMO lucro realizado anualizado, com DENOMINADORES diferentes. Frota = sobre o capital que os bots comprometem (mede o desempenho da estratégia). Conta = sobre o saldo TOTAL da sua conta, dinheiro parado incluído (mede a conta inteira, sempre ≤ a da frota). Nenhum é «o certo» — respondem perguntas diferentes. A da conta só aparece no real, com saldo lido.
O pontinho ao lado do bot responde UMA pergunta: «esse bot precisa de mim?» — num relance. Nada mais.
Coerente com o resto do painel: assim como a posição em baixa é «protegida» (nunca vermelho-pânico), o bot esperando é «saudável» (nunca amarelo-de-atenção). Calma, não ansiedade.
O Theta te entrega a base auditável: em Conta → Exportar para IR, um CSV com todas as suas ordens reais — data, exchange identificada (nacional vs. exterior muda o regime), par, lado, quantidade, preço e taxa. E o Guia rápido do IRPF (PDF) com os códigos da declaração (Grupo 08 — 01 BTC, 02 altcoins, 03 stablecoins), modelo de discriminação com a exchange, o erro mais comum e o checklist do contador.
As duas regras que mais confundem: a isenção clássica de R$ 35 mil/mês conta o total VENDIDO no mês (não o lucro) e vale para exchange nacional; cripto em exchange no exterior (ex.: Coinbase — coinbase.com) segue a Lei 14.754/2023 (15%, sem essa isenção; venda em USDC converte pelo PTAX do dia). E acima de R$ 30 mil/mês fora de exchange nacional, existe o reporte mensal da IN 1888 — feito por você. Material educacional, não é consultoria: seu caso quem fecha é um contador.
O pacote aparece para quem declarou residência fiscal no Brasil (ajusta em Conta). Ali mesmo, o painel mostra o "Seu mês até agora" — suas vendas do mês em R$ (convertidas pelo dólar PTAX do Banco Central, data a data) contra o teto de R$ 35 mil — e o CSV já sai com a origem de cada ordem (nacional × exterior, declarada por conexão), o PTAX usado, o valor em R$ e a taxa convertida (inclusive a paga em BNB, pelo fechamento diário BNB/USDT). Banco Central fora do ar? A coluna fica vazia: a gente nunca inventa câmbio. E se você quer que o Theta calcule o ganho e gere o DARF pronto, tem um botão em Conta pra avisar — a fila de construção segue a demanda.
Importante (honestidade): o CSV do Theta captura só as ordens dos seus bots. O que você faz na mão na corretora — Convert (trocar uma cripto por outra), trade manual, saque — NÃO entra no CSV, mas também é alienação para a Receita. Para essas, puxe o extrato da própria exchange e junte à sua apuração.
Não tem stop-loss. Stop-loss é vender no prejuízo para limitar perdas. O Theta tem um princípio inegociável: nunca vender no vermelho. Em blue chips Spot que você escolheu acumular, vender no pânico de uma queda costuma realizar um prejuízo que o tempo recuperaria.
No lugar do stop-loss, o caminho honesto: comprar só o que você aguenta segurar, teto de capital e a paciência de esperar o lucro-alvo.
O controle é seu. Tratamos adulto como adulto: o bot tem Pausar, Encerrar no próximo ciclo e Remover. Você manda na sua posição, sempre — não existe um "kill switch" central, num servidor alheio, decidindo por você. E, como é não-custodial, se você realmente quiser sair a mercado agora (inclusive no vermelho), faz direto na Binance, com sua cripto na sua conta.
Não existe um botão de "vender agora" que realiza prejuízo num clique. De propósito: era fácil demais apertá-lo no susto e realizar um prejuízo que o tempo recuperaria. A saída que recomendamos é Encerrar no próximo ciclo: o bot vende no alvo, no lucro, não reentra e para. A emergência de verdade vive na sua exchange, onde ninguém decide por você.
Teste qualquer estratégia com saldo virtual, de graça. Nada é negociado de verdade — é o lugar para comparar perfis antes de pôr um centavo.
O teste roda ao vivo, com os preços reais da Binance: você deixa um bot rodando pelo tempo que quiser (sem limite, ou um prazo de até 90 dias) e acompanha a evolução no Histórico. É a prova em condição real, sem risco.
Junte com o Simulador e você testa dos dois lados: pra trás, o histórico na hora; pra frente, ao vivo sem risco. A prova antes do primeiro centavo.
Detalhe honesto: o 3Commas removeu o paper grátis para contas novas (empurra backtest + dinheiro real). Aqui é aberto.
30 dias grátis, sem cartão. Ao se cadastrar você confirma o e-mail por um link (obrigatório: sem confirmar você não entra no painel) e já tem acesso total — teste e real — por 30 dias, sem precisar de cartão. Acabou e não assinou, os bots pausam (seu dinheiro fica na corretora, não-custodial) e o acesso trava. Não existe plano grátis pra sempre — sendo honesto, paper de graça eternamente vira testador de internet; o modo teste faz parte do produto, não é um plano grátis pra sempre.
Você escolhe mensal ou anual no checkout; a Stripe cobra no cartão e renova sozinho até você cancelar (o anual sai ~31% mais barato). Aceita cartão de crédito, mais Apple Pay / Google Pay / Link. Cancela quando quiser — vale até o fim do período já pago.
Cripto não cobra automático, então é pré-pago: você paga em USDT (TRC-20/Tron) e adiciona os meses. Sem renovação automática — você recarrega quando quiser.
Mesmo valor em dólar e real (o BRL é o dólar ancorado, arredondado pra não ficar mais caro). O plano libera os bots reais nas 3 corretoras + o uso depois do trial. Não muda nada da custódia: sua chave, seus fundos, na sua corretora.
A diferença pro resto do mercado: não despejamos todas as moedas e fingimos que são iguais. Cada cripto aqui passou por um critério e tem o risco rotulado na cara.
Para entrar no Theta, a moeda passa por 5 critérios — todos:
Além disso, um piso de liquidez por par (volume mínimo) — sem liquidez, até projeto bom vira armadilha de execução. A camada Especulativo / alto risco existe pra quem quer mais risco, mas mesmo ali só entram projetos com tese real, ditos com todas as letras que são voláteis.
O critério vale por corretora (o que cada uma lista e a liquidez mudam). Uma moeda boa que está em outra corretora e não na Binance entra no universo daquela corretora, se passar nos mesmos 5 critérios.
Uma exceção, dita na cara: a camada Novas com tese abre mão do critério de ≥2 anos. São projetos novos com tese forte (IA, RWA, oráculo…) que ainda não passaram por um ciclo de baixa — então o risco é alto e a gente avisa em cada um. Está aqui porque preferimos ser transparentes ("esta é jovem, decida com isso na frente") a esconder. Toda decisão de curadoria fica visível.
A participação de mercado abaixo é ao vivo (fonte: CoinGecko). Não é recomendação de investimento — é a conta na mesa pra você decidir.
Cada corretora lista um conjunto diferente. No criar-bot, você escolhe a corretora primeiro e só aparecem as moedas que ela tem — sem frustração de selecionar o que não dá pra operar.
187.127.30.44). Passo a passo com telas em Como criar a chave de API.187.127.30.44 — além de mais seguro, a chave fica permanente (sem IP, a Bybit expira em ~90 dias). Detalhes em Chave de API da Bybit.O Theta é não-custodial: o seu dinheiro nunca sai da sua conta. Você conecta a sua própria conta com uma chave só de trade (sem saque). Na Binance a gente verifica e recusa qualquer chave que permita saque.
Ainda não tem conta na Binance? Você pode criar pela nossa indicação — criar conta na Binance (link de indicação: ajuda o Theta e às vezes te dá desconto nas taxas).
Na Bybit: perfil → API → Create New Key → System-generated. Marque SÓ «Read-Write» em Unified Trading / Spot Trade e DEIXE «Withdraw» DESMARCADO — o Theta RECUSA na conexão qualquer chave com permissão de saque (ele confere lendo as permissões da própria chave). Opcional mas recomendado: restrinja por IP (allowlist) o servidor do Theta. Copie API Key + API Secret e cole em Configurações › Corretoras › Bybit.
IRPF: a Bybit é corretora do EXTERIOR — ao conectar, o Theta já pré-marca «exterior» (Lei 14.754/2023, 15% sobre o ganho, sem a isenção de R$ 35 mil); editável se o teu caso for diferente. Bots REAIS na Bybit já estão liberados: como todo bot real, nasce pausado — você revisa e dá o play.
No modo TESTE, a Bybit já está disponível — com uma coluna própria que identifica a corretora do bot de teste (sem espelho mentiroso: nada de paper com rótulo Bybit e identidade Binance por baixo). O paper da Bybit usa os preços REAIS da Binance nos pares idênticos (48 moedas + XAUT, todos existem na Binance) com taxa simulada de 0,1%. CONECTAR a chave da Bybit também vale (a conexão é real) e bots REAIS já estão liberados.
As corretoras têm bolsos separados. Na Bybit são dois: Funding (guarda: depósito, P2P, compra com cartão caem ali) e Unified/Trading (onde se opera). A chave do Theta é só-trade, sem permissão de Assets — só enxerga a Unified: o que está na Funding NÃO aparece no painel e o bot não consegue usar. Não é defeito: é a chave enxergando só o bolso de trade.
Pra colocar pra trabalhar: no site/app da Bybit → Ativos → Transferir → de Funding pra Unified Trading. É transferência interna: sem taxa, na hora, e não é saque (o dinheiro não sai da sua conta). O saldo do card no painel = conta de trading.
Binance: o equivalente é a carteira Spot — se o dinheiro está em Funding/Earn, mova em Carteira → Transferir (interno, grátis). Coinbase: o saldo da conta já é o que o trade usa — sem bolso separado pra transferir.
Confirmação de e-mail (obrigatória): ao se cadastrar, a gente manda um link por e-mail. Enquanto você não confirmar, não entra no painel — é o que garante que a conta é de um e-mail real e seu. Não chegou? Veja o spam ou peça pra reenviar na tela de login.
Ativar 2FA: em Conta → Ativar 2FA, escaneie o QR no app autenticador (Google Authenticator / Authy) e guarde os códigos de backup.
Esqueci a senha: na tela de login, clique em "Esqueci a senha" e informe o e-mail (link válido por 30 min).
Perdi o 2FA (app e códigos de backup): envie um e-mail do seu e-mail de cadastro para theta@microforge.app pedindo a desativação. Só aceitamos do mesmo e-mail da conta.
No topo, o painel mostra o «Realizado acumulado»: o lucro JÁ TRAVADO de tudo que já rodou, INCLUSIVE os bots arquivados. Ele só cresce, porque só vendemos no lucro — nunca no prejuízo.
«Resultado líquido» = realizado + não-realizado − taxas. É a foto completa, incluindo o que ainda está aberto no mercado.
«Posições dos bots»: cada moeda tem uma BARRA que parte do centro (o centro = seu custo). Lucro cresce para a DIREITA — âmbar que vai ficando verde ao se aproximar do alvo —; prejuízo cresce para a ESQUERDA em vermelho. A barra segue o P&L da posição do BOT (o lote que ele comprou), não o preço médio histórico da sua conta na corretora.
«Alocação por ativo»: quanto você tem de cada moeda. «Saúde»: se o motor está vivo (heartbeat) e se há ordens com erro.
APR e APY (ao lado do realizado): anualização do lucro realizado líquido (travado − taxas) sobre o capital investido, medida do período REAL que rodou (o tooltip diz quantos dias). APR = juros simples; APY = composto (reinvestindo). É RETROVISOR, não promessa — amostra curta faz o número explodir (por isso capamos em «> 9.999%»); com o tempo converge. Com menos de 7 dias de amostra aparece o selo «amostra curta»: o número anualizado ainda não diz muito — espere convergir.
Na tabela de estratégias, a coluna «Capital» mostra dois números: o que está EM USO agora (parado em posição) e o TETO que o bot pode prender no pior caso. Quer subir ou descer tudo de uma vez? O botão «Ajustar capital da frota» escala todos os bots por %, mantendo as proporções — só vale para as próximas compras; posição aberta não é tocada. O painel atualiza sozinho a cada 45 segundos (não precisa de F5). E o Histórico separa por produto — Theta Reserva, Spot Pro, Grid e Manual — as mesmas divisões da lateral.
Ressalva: o não-realizado oscila com o mercado, sobe e desce o tempo todo. O número que já é seu de verdade é o realizado.
THETA RESERVA: o produto curado. Só entram moedas que passam nos 5 critérios da casa (fundamento real, liquidez, histórico ≥2 anos, par líquido, sem disputa regulatória grave), organizadas nos 8 níveis de risco rotulados. É a recomendação da casa — nada mudou aqui.
SPOT PRO: adulto tratado como adulto. Entram TODAS as moedas da curadoria (sempre) + qualquer moeda da corretora com par USDT/USDC e volume 24h ≥ US$300 mil, ordenadas por volume. Fora o que NÃO é moeda de ciclo: tokens alavancados (UP/DOWN/BULL/BEAR), stablecoins, wrapped (WBTC…), ouro tokenizado (PAXG/XAUT), AÇÕES tokenizadas da corretora (sufixo B: MSTRB…), tickers velhos de rebrand (RNDR→RENDER, FTM→S) e tickers não-latinos. A 🏅 marca as que também passam na curadoria; sem selo = sem análise da casa — avalie por conta própria. Máx. 40 moedas por bot. No modo TESTE, o universo mostra só as moedas também disponíveis no ambiente de teste da corretora — o que você vê no form, o bot consegue negociar.
O que NÃO muda entre os dois: o motor é o mesmo. Nunca vende no prejuízo, não-custodial (chave só-trade), trailing com piso do alvo, transparência total (máx. vista, Raio-X, auditoria diária). A diferença é QUEM escolhe as moedas (a casa ou você) e COMO se configura: no Reserva você escolhe um perfil pronto; no Pro o form é profissional — alvo de lucro, queda de reentrada, espera, trailing e reforços são campos livres, tudo à vista, sem perfis. O Pro tem TRÊS estratégias: DCA (acumula sempre, em qualquer preço, nunca vende), DCA Inteligente (igual, mas só acumula quando o preço está na faixa que você define — compra na baixa) e Ciclo (compra, vende no lucro-alvo e reentra). As GUARDAS de preço (min/máx) aparecem no DCA Inteligente e no Ciclo; máximo de ciclos e máx. de posições abertas são do Ciclo. São guardas de entrada apenas: posição aberta segue as regras de sempre até vender, nunca no prejuízo. Os reforços do Ciclo podem ser PRÉ-POSTADOS como ordem-limite (opt-in): o próximo reforço fica no book no preço do degrau e pega o pavio sem esperar o tick (uma por vez, cancelada ao vender; o padrão é a mercado). E o LUCRO EM MOEDA (opt-in): em vez de realizar em USDT, a venda recupera só o custo e o lucro fica na cripto, virando a base do próximo ciclo marcada a preço de mercado — sem a taxa de uma recompra. O «nunca vende no prejuízo» passa a valer sobre esse novo custo. Honestidade: testamos ADAPTAR o ciclo ao regime de mercado e ESPAÇAR os reforços por volatilidade (ATR) — com o backtest corrigido (walk-forward, 11 moedas), NENHUM rendeu mais que a config fixa fora da amostra, então eles não existem no produto. Os números estão na tabela do backtest desta ajuda.
CARTEIRA: você escolhe um conjunto de moedas e o PESO-alvo de cada uma (ex.: BTC 40%, ETH 30%, SOL 30%) e um capital total. A casa distribui o capital pelos pesos e, a cada intervalo (1h por padrão), mede a alocação real vs a alvo. Se uma moeda subiu e passou do peso, VENDE o excesso; se outra ficou abaixo, COMPRA pra completar. Com o tempo isso «vende caro, compra barato» sozinho, sem você adivinhar o momento.
O «às vezes não vende» (o lema da casa, aqui também): quando uma moeda passa do peso, a carteira SÓ vende o excesso se estiver ACIMA do custo médio (lucro). Se essa moeda ainda está no vermelho, ESPERA — não realiza prejuízo pra rebalancear. Por isso a carteira pode ficar um tempo fora do alvo: está esperando o excesso virar lucro. Comprar o que está barato é sempre permitido; vender no prejuízo, nunca.
A BANDA (p.p.) controla o quanto uma moeda pode se afastar do peso antes de rebalancear — 5 p.p. por padrão; menor rebalanceia mais, maior deixa correr. Na Coinbase convém banda ≥ 7 p.p. (a taxa do rebalance pesa mais). Honestidade: a carteira brilha com uma cesta que oscila entre si (rotação); numa tendência em que tudo sobe junto, rebalanceia pouco. É spot puro, sem alavancagem, e o teto é o seu capital.
🔀 MIGRAÇÃO ORGÂNICA: em qualquer bot da Reserva (Ciclo/DCA/Trilha/Núcleo+Satélite) tem um botão «⚖️→» que o transforma numa Carteira levando as MESMAS moedas — SEM VENDER nada. A nova Carteira nasce já com a sua posição (quantidade + custo médio) e começa a rebalancear; o bot antigo é arquivado. Só muda quem gerencia; as moedas seguem suas na conta.
PAXG (Pax Gold) é ouro FÍSICO tokenizado: cada token é lastreado 1:1 por uma onça-troy de ouro em cofre em Londres, emitido pela Paxos (regulada pelo NYDFS). Não é uma "moeda de ouro" sintética nem um derivativo — é um título sobre ouro real. Entra no Theta como DIVERSIFICADOR: o ouro historicamente sobe quando o cripto cai, então uma fatia em ouro suaviza a queda sem apostar contra o cripto.
PROVA (backtest ~6 anos, candles reais): uma Carteira 60% BTC / 25% ETH / 15% PAXG teve o MESMO retorno da versão só-cripto (70,6/29,4), mas com drawdown ~7pp menor (−69% vs −76%) e volatilidade ~9pp menor (52% vs 61%) — Sharpe melhor (0,69 vs 0,59). Ou seja: corta o risco SEM sacrificar o ganho. É opt-in consciente, não vem marcado por padrão.
POR QUE só na Carteira e no Guardião: o ouro serve pra PESO (a Carteira rebalanceia num alvo) e pra APORTE recorrente (o Guardião acumula) — não pro Ciclo, que compra e vende cripto no alvo (o ouro não faz esse vai-e-volta). Por isso o Ciclo e o Spot Pro NÃO oferecem a categoria. Ressalva honesta: o ouro tem spread e liquidez menores que BTC/ETH, e por ora só na Binance/Coinbase (a Bybit traz XAUT quando entrar). CUSTO na Coinbase: lá o PAXG negocia no livro /USD com taxa ~0,60% (vs ~0,10% dos pares /USDC) — some no custo maior; na Binance é o par /USDT normal.
MIGRAÇÃO DESTINO-PRIMEIRO: você troca de estratégia e vê UM card novo desde o primeiro segundo — ninguém fica no escuro. No «🆕 Migrar para uma nova Estratégia Theta» o sistema CRIA o card destino na hora (config da estratégia escolhida, mesma corretora e moeda de cotação) e os bots antigos SOMEM da lista no ato: as posições deles aparecem DENTRO do card novo com o estado «recebendo migração · fechando ciclo antigo no alvo». Cada moeda fecha o ciclo antigo vendendo no SEU alvo (nunca no prejuízo — o lema da casa continua valendo) e o caixa passa pro card novo, que a partir daí recompra na config nova. Quando um bot antigo esvazia, ele se arquiva sozinho.
O que garante: NADA sai da sua conta — é o seu próprio capital circulando entre dois bots seus na MESMA corretora (o dinheiro não troca de exchange nem de moeda de cotação). Nunca vende no prejuízo pra migrar: se uma moeda está no vermelho, a origem ESPERA ela voltar ao alvo. É cancelável a qualquer momento (botão «Cancelar migração»); o que já drenou fica, e o bot volta a reentrar normal. O Grid NÃO participa (nem como origem nem como destino): a posição dele vive nas linhas do grid.
Sem 2FA, de propósito: nada é vendido no prejuízo, o dinheiro não sai da conta (chave só-trade, sem saque) e é cancelável — o teto de dano é baixo. No lugar, DETECÇÃO: você recebe um alerta no Telegram quando a migração começa e quando termina. O progresso que aparece no card («X% migrado») é real: vem de quanto capital já drenou vs o total a drenar; enquanto não há um total ainda, mostra «iniciando…», nunca uma porcentagem inventada.
«0% migrado» não é travamento — é a espera do alvo
Cada moeda só sai quando o ciclo DELA bate o alvo — nunca no prejuízo. Se o mercado está abaixo do alvo, a barra fica em 0% pelo tempo que precisar: o bot está esperando, não travado. A barra sobe a cada venda concluída.
Cada card mostra o ESTADO ao vivo do motor, sem jargão: «aguardando entrada» (ainda não comprou — espera o momento), «em posição · aguardando o alvo» (comprou e espera o preço subir ao alvo pra vender no lucro), «pausado» (não opera até você apertar ▶), «recebendo migração» (é um card destino: as moedas de outro bot estão entrando) e a pílula «🚪 saindo» por moeda (essa moeda vende no alvo e sai). O lema da casa vale sempre: NUNCA vende no prejuízo — se está no vermelho, ESPERA.
Pra LER o que já aconteceu, abra o Histórico: cada compra e venda aparece com data, moeda, preço e o lucro realizado de cada ciclo fechado. E no topo, «Últimos eventos» mostra suas ações já TIPADAS: Criado, Pausado, Retomado, Migração iniciada, Migração p/ Carteira, Sair no alvo, Removido — assim você lê a história do bot linha por linha, não um genérico «editado». Exemplo real de uma migração: você vê «Migração iniciada», depois as vendas no alvo do bot antigo e as compras do card novo — o capital fluiu de um pro outro, sem vender no prejuízo.
TRILHA (value averaging): em vez de aportar um valor FIXO por mês (isso é o DCA), você define uma TRILHA de crescimento do VALOR da posição (ex.: +200/mês). A cada janela a casa vê onde o valor está vs a trilha: se o mercado caiu e você ficou ABAIXO, compra o buraco — ou seja, compra MAIS justo quando está barato. Se subiu ACIMA, vende só o EXCEDENTE. É o DCA turbinado: o mesmo hábito, mas o tamanho do aporte se adapta ao preço.
O lema da casa vale aqui também: acima da trilha, ela só vende o excedente que está ACIMA do custo médio (no lucro). Se essa moeda ainda está no vermelho, NÃO vende — espera. O lucro do excedente credita o cofre do Plano do Piloto (retenção 50%). Config: trilha/mês, teto por compra (pra uma queda forte não gastar tudo de vez) e piso de caixa.
BACKTEST honesto (5 anos, mensal, preços reais da Binance) — Trilha vs DCA no mesmo ritmo mensal: no BTC o DCA rendeu +42% (investiu 6.000 → 8.500) e a Trilha +26% (investiu 11.900 → 15.000, com 9.000 já realizados em caixa); no ETH o DCA ficou −29% (6.000 → 4.300) e a Trilha +6% (15.500 → 16.500). Leitura: a Trilha INVESTE MAIS (compra forte nas quedas, precisa de reserva de caixa) e BRILHA em mercado volátil/lateral — no ETH virou o prejuízo do DCA em lucro. Num touro forte de um sentido só (BTC) o DCA tem % maior, mas a Trilha acumula mais patrimônio absoluto e realiza lucro pelo caminho. Não é «melhor sempre»: é outra ferramenta.
NÚCLEO+SATÉLITE: um bot, dois papéis. O NÚCLEO (ex.: 70% em BTC/ETH) é a reserva — acumula com calma, reforça nas quedas e SEGURA (nunca vende no prejuízo). O SATÉLITE (ex.: 30% em 2-4 alts) faz GIRO rápido: quando um alt bate o alvo, realiza o lucro — e ESSE lucro vira mais núcleo (mais BTC/ETH). O satélite alimenta o núcleo; nunca o contrário. Proporção configurável (60/40 a 80/20).
A ideia: capturar um pouco do voo dos alts SEM apostar a reserva inteira neles. Os giros do satélite vão engordando seu BTC/ETH, então o risco alto (os alts) trabalha pro objetivo tranquilo (a reserva). Entra no Plano do Piloto como um degrau intermediário.
BACKTEST honesto (5 anos, mensal, preços reais; núcleo BTC/ETH, satélite SOL/LINK): Theta puro (só BTC/ETH) +7%; Giro puro (só alts) +3.113%; Núcleo+Satélite 70/30 +627%. IMPORTANTE: SOL e LINK foram vencedoras EXCEPCIONAIS nesses 5 anos — com alts fracos o Giro puro seria MUITO diferente (e arrisca bem mais, tudo concentrado em alts voláteis). O honesto do Núcleo+Satélite é o meio: menos voo que o Giro puro, muito mais que a reserva sozinha, com 70% sempre ancorado em BTC/ETH. Não promete o +627% — depende de quais alts você escolher.
A casa classifica cada moeda no gráfico diário (D1) em três regimes: ALTA (preço acima da média de 200 dias e tendência forte, ADX>20), BAIXA (preço abaixo da média de 200 e tendência forte) e LATERAL (sem tendência clara, ADX<20). É só um termômetro — você vê um selo «Alta/Lateral/Baixa» ao lado da moeda. NÃO muda nada sozinho; serve pra você escolher com a cabeça.
| Estratégia | Brilha em | Por quê |
|---|---|---|
| Ciclo | ↔ Lateral | vive do vai-e-vem: compra embaixo, vende no alvo, repete |
| Trilha (VA) · DCA | ↗ Alta | acumula seguindo a subida; compra mais quando cai |
| Guardião (DCA calmo) | ↘ Baixa | aporta parelho sem adivinhar o fundo; nunca vende no prejuízo |
| Grid | ↔ Lateral forte | muitas linhas, muito vai-e-vem = muitos trades pequenos |
| Núcleo+Satélite | Misto | núcleo aguenta, satélites giram — reparte o risco |
O BTC+ tem UM objetivo: aumentar a QUANTIDADE de BTC que você tem. Opera pares BASE/BTC (ETH/BTC, SOL/BTC…): compra o alt pagando em BTC e, quando o alt sobe EM BTC, vende — e recebe MAIS BTC do que gastou. Esse excedente (BTC extra) vai se acumulando num cofre em BTC. Tudo aqui é medido em BTC; nunca vende um alt abaixo do custo EM BTC (o lema da casa, mas em BTC).
Isolamento total: o BTC+ tem bloco próprio no painel («Acumulador · BTC»), tudo em BTC. O ≈ USD que aparece é SÓ referência — não se mistura com o resto do painel (que está em dólares/stablecoin).
Honestidade, sem rodeio: (1) os pares /BTC têm MENOS liquidez que os /USDT — fique em blue-chips. (2) Seu patrimônio em DÓLARES pode CAIR mesmo com sua quantidade de BTC SUBINDO — se o BTC cai frente ao dólar, você tem mais BTC valendo menos USD. Essa estratégia é pra quem pensa em BTC como unidade de conta, não em dólares. Se seu objetivo é o valor em dólar, as outras estratégias (em stablecoin) encaixam melhor.
GRID: a grade divide uma faixa de preço em linhas e mantém ordens-limite dos DOIS lados — compra nas linhas de baixo, vende uma linha acima. Todo trade fechado é lucro (a venda está sempre acima da compra da linha). Abaixo da faixa, as compras enchem e o bot ACUMULA — nunca vende no prejuízo (sem stop). Acima da faixa, já vendeu tudo. É spot puro, sem alavancagem. E dá pra REINVESTIR uma % do lucro de cada linha na próxima compra dela (composição) — 0% deixa o lucro parado em caixa.
GRADE THETA (a assinatura da casa): o grid comum te obriga a adivinhar a faixa (mín/máx) — é onde a maioria erra e a grade «sai da faixa» e para de trabalhar. Um clique em «⭐ Grade Theta» e a casa lê a oscilação recente da moeda (~30 dias), centra no preço atual, abre uma faixa travada em ±20% e calibra o passo (~0,9% por linha) — tira o chute de você. Blue-chip por padrão (BTC/ETH). Quem quiser, ajusta tudo na mão (nada oculto). Prefere o clássico? O «Grid normal» abre uma faixa fixa de ±40% em volta do preço (passo ~2% por linha) — configura e esquece.
Honestidade: o grid BRILHA em mercado de LADO (muito vai-e-vem, muitos trades pequenos). SOFRE em tendência forte num sentido só: se dispara pra cima, a grade vende barato e perde a alta; se despenca, acumula e espera (sem prejuízo realizado, mas com capital preso). Para tendência, o Ciclo/DCA encaixam melhor. O teto é o seu investimento total, repartido entre as linhas.
♾️ GRID INFINITO (3º tipo, opcional): responde justo àquela fraqueza do «dispara e eu perco a subida». Quando o preço ROMPE o topo, a faixa DESLIZA pra cima e recria as linhas — segue a alta em vez de ficar vendido embaixo. Na queda NÃO desliza: acumula e espera, igual sempre (sem stop). Dá pra pôr uma trava «não recentrar acima de X» pra não perseguir sem fim. É o mesmo motor do grid — só que o teto te acompanha na subida.
É o trade manual da casa: VOCÊ decide a entrada (agora a mercado, ou «só se cair a X») e o robô cuida da SAÍDA — alvo de lucro com trailing, ou em degraus (ex.: vende 50% em +2% e 50% em +4%). Um trade por vez: depois de vender, não reentra (diferente do Ciclo, que repete).
«Usar moeda que já tenho»: aponte pra uma cripto que já está na sua conta (quantidade + seu preço médio) e o robô só gerencia a saída no lucro. E o botão «Vender agora» está sempre lá — a ordem é sua.
SEM stop-loss — de propósito (o lema da casa): se cair, a posição ESPERA a recuperação. O capital fica preso, mas não vira prejuízo realizado. É a diferença pro SmartTrade dos outros: lá o coração é o stop; aqui é o «nunca vende no prejuízo». Motor idêntico ao do Ciclo (batido em produção) — não-custodial, chave só-trade.
O mesmo ativo pode aparecer VERDE no painel e VERMELHO na Binance ao mesmo tempo — e os dois números estarem certos. São três réguas medindo coisas diferentes:
1) «PNL de hoje» (carteira da Binance): quanto o preço andou DESDE AS 0H. Não sabe nada do seu custo nem do bot. 2) «Valor de custo» (Binance): a média de TUDO que você já comprou daquela moeda na sua conta — inclusive meses atrás, fora do bot. 3) O painel do Theta: o custo do LOTE que O BOT comprou neste ciclo — a única régua que o bot usa para decidir a venda.
Caso real (03/07): o bot comprou ETH a 1.693 e vendeu a 1.717 — lucro REAL de +1,4% no lote. No mesmo instante, a Binance mostrava ETH em −7,5%, porque a média histórica daquela conta (compras antigas, mais caras) era ~1.856. Os dois números eram verdadeiros; respondem perguntas diferentes. O «nunca vende no prejuízo» do Theta se refere SEMPRE ao custo do lote do bot.
Para conferir sem auditoria: cada posição do painel mostra o alvo EM PREÇO e a «máx. vista» — a maior cotação que o motor viu desde a compra (ele lê o preço a cada ~30 s). Se a máx. vista nunca chegou ao alvo, o preço não «passou» — o que subia era outra régua. O cadeado 🔒 indica trailing armado: tocou o alvo e está deixando o lucro correr.
Há dois simuladores. O por CATEGORIA testa uma cesta de moedas com DCA semanal. O POR MOEDA agora deixa escolher VÁRIAS moedas de uma vez (resultado separado por cada uma): você escolhe as moedas, a estratégia (Acumular/DCA ou Ciclo Equilibrado/Ativo/Paciente), o capital e o período — de alguns meses até "Desde o início" (dados desde ~2017) — e vê o resultado backtestado.
Mostra retorno, valor final e queda máxima; no Ciclo também os ciclos fechados, o realizado e as taxas. Tudo roda sobre o histórico REAL: candles diários da própria Binance, guardados no nosso banco.
E o gráfico das TRÊS LINHAS: sua estratégia × DCA × segurar (hold), no tempo, com a MESMA régua — equity = caixa + posição a preço de mercado, mesmo capital inicial e taxa de 0,1% por ordem nas três; a pior queda de cada curva sai dessa mesma série (nunca de outra fórmula). Assim você compara de verdade: numa alta longa o hold costuma ganhar; o ciclo é disciplina, não milagre — e o gráfico mostra isso sem maquiagem.
Seja honesto com o que vê: passado não é futuro; o candle diário é uma aproximação (alvos pequenos podem bater intradia na vida real); não corrigimos o survivorship bias; no Ciclo cobramos 0,1% por ordem. É um estudo, não uma recomendação.
O Theta avisa no SEU Telegram cada compra (🟢), cada reforço (➕) e cada venda com lucro (💰) dos SEUS bots — de teste e reais, com a etiqueta [REAL · nome] ou [TESTE · nome] pra nunca confundir. Sem vincular, nada é enviado (privacidade primeiro).
Como configurar (1 minuto): vá em Conta → Alertas no Telegram e toque em Conectar Telegram. O painel mostra um código de 6 dígitos e o link do bot da casa: abra, toque em Iniciar, envie o código no chat e volte ao painel para tocar em Verificar. Pronto — mandamos um oi de confirmação e os avisos passam a chegar. Tem botão de mensagem de teste, dá pra desvincular quando quiser, e uma opção para receber só dos bots REAIS (os de teste ficam mudos).
Resumo semanal: seu domingo às 20h
Todo domingo às 20h (horário de Brasília) chega um resumo por modo: ciclos fechados na semana, lucro realizado e o acumulado — calculados com as MESMAS funções do dashboard, nunca uma conta paralela (se um número divergisse do painel, seria bug). Semana sem ciclo fechado também avisa, com honestidade: as posições seguem o plano. Desliga em Configurações → Alertas.
Honesto: o aviso é informativo (best-effort) — se o Telegram cair, o bot continua operando normalmente; a fonte da verdade é sempre o Histórico do painel.
Pra desativação de 2FA (perda do app + códigos de backup), envie do mesmo e-mail da conta.
A central de ajuda e o FAQ ficam sincronizados com as telas do produto e disponíveis em português, inglês e espanhol. Nada aqui é recomendação de investimento — cripto é volátil, o resultado passado não garante o futuro e as decisões são sempre suas.
Real usa seu dinheiro de verdade na corretora. Treino é 100% fictício, pra testar qualquer estratégia sem risco nenhum. Toda função aparece igual nos dois modos — a única diferença é de onde vem o dinheiro. O modo vive no chip lá em cima (● REAL / ● TREINO). Mais em Modo teste.
A taxa é da corretora, por operação: Binance ~0,075% pagando com BNB (o Auto-BNB mantém a reserva e repõe sozinho); Coinbase ~0,10% saindo do próprio USDC (sem poeira, sem reserva); Bybit ~0,1% descontado da moeda que você recebe — regra da corretora: ordens via API (as dos bots) ficam fora do desconto MNT. O motor registra a taxa, vende pelo líquido real e varre os resíduos. A Theta não cobra por operação — a assinatura é à parte. Detalhes em Taxas, BNB e poeira.
Não. O motor roda no servidor da Theta 24 horas por dia. Você pode fechar o navegador, desligar o PC — os bots seguem operando no horário configurado. Se o motor cair, ele se recupera sozinho; veja o raio-X do motor.
Em Configurações › Fiscal você gera o relatório de ganho de capital já no formato da declaração, com os dados da conta real. E o Histórico exporta todas as operações em planilha, com data, preço, taxa e resultado. Passo a passo em Imposto de Renda (IRPF).
Sim. Cripto oscila muito e dá pra perder — inclusive todo o valor investido. O passado não garante o futuro, e backtest é só simulação. Conselho honesto: comece no Modo Treino, depois no real com pouco, e use o Simulador antes de criar qualquer bot.
Em Configurações › Corretoras, você cola a chave de API gerada na corretora — marcando só leitura e trade, nunca saque. Tem passo a passo por corretora (Binance, Coinbase e o guia da chave da Bybit) na própria tela. Guia completo em Criar a chave de API.
Princípio inegociável: no Ciclo o bot nunca vende no prejuízo. Se o preço cair, ele segura e espera — só vende quando bate o alvo. (Ressalva honesta: a decisão de vender é pelo preço; uma ordem a mercado pode escorregar centavos no book.)
O motor por baixo (o que faz ser seguro e honesto):
DCA puro, com teto.
O que esperar: Melhor em alta longa / acumulação (o preço médio fica abaixo do mercado ao longo do tempo). Pior em bear prolongado — segue comprando rumo ao fundo; é o design, e horizonte longo resolve. Espera: não há saída automática — o lucro só aparece quando VOCÊ vender. Ciclo: só compra, na frequência escolhida, até bater o teto (~30 compras) e parar sozinho.
Indicadores e por quê: Sem indicador, de propósito. Tentar cronometrar a entrada (timing) piora, na média, o resultado de quem só acumula; comprar sempre — a qualquer preço, na frequência fixa — remove a decisão emocional e é o ponto do DCA.
Exemplo honesto: 300 USDT em BTC+ETH, semanal → ~5 USDT/moeda por compra por ~30 semanas. Se o BTC cair 40% no meio, continua comprando (o preço médio cai). Nunca vende: quando quiser realizar, é você quem decide e vende manualmente.
O que esperar: Melhor em correções dentro de tendência de alta (compra o repique barato, trava no repique). Pior em lateral estreito — entra pouco, porque o preço raramente cai o bastante abaixo da média. Alvo +3% (mais paciente que a Estratégia Theta), então ciclos mais longos e menos frequentes.
Indicadores e por quê: EMA20 (média dos últimos 20 períodos) só na 1ª compra: entra quando o preço está ABAIXO da média — um desconto relativo, não um ponto qualquer. Trailing 2% na saída, como o padrão da casa. É o preço de exigir desconto: em alta reta o gatilho segura a entrada.
Exemplo honesto: BTC a 100 e a EMA20 a 102 → preço abaixo da média, entra; alvo +3%. Se o mercado só sobe reto e o preço fica sempre acima da média, o gatilho segura a entrada e o bot espera — de propósito: você paga por comprar no desconto, não a qualquer preço.
O que esperar: Melhor em BTC de lado com volatilidade (muitos toques em RSI<45 → muitos giros). Pior em tendência forte e limpa — fica de fora esperando pressão, e pode perder o movimento. Só BTC, alvo +1,5% (giro curto). Espera: em mercado sem euforia, giros frequentes; em euforia, pode ficar parado.
Indicadores e por quê: RSI(14) mede a força/pressão do preço (0 a 100); <45 na 1ª compra significa preço pressionado, sem euforia — entra quando o mercado esfria, não no topo. Só BTC (o ativo mais líquido, onde o RSI é mais confiável). Trailing 2% na saída.
Exemplo honesto: O RSI do BTC cai a 42 (< 45) → entra. Sobe +1,5% e o trailing realiza. Numa alta forte com o RSI travado em 60+, o bot fica FORA esperando — pode perder o movimento inteiro; é o custo de exigir preço pressionado na entrada.
O que esperar: Melhor em alta gradual em degraus (realiza garantido em cada degrau). Pior em movimento forte contínuo — a escada corta o lucro em +4%, e o trailing capturaria mais. Honesto: no nosso backtest o trailing rendeu mais na média; a escada troca teto de lucro por previsibilidade.
Indicadores e por quê: Não usa indicador de entrada (livre); o que muda é a SAÍDA. Em vez de deixar o trailing decidir, vende em degraus fixos — 50% a +2% e 50% a +4% — garantindo realização por etapas. É a única dos 5 prontos sem trailing.
Exemplo honesto: Comprou a 100. A 102 vende metade (+2% travado). A 104 vende o resto (+4%). Se disparar a 115, a escada já vendeu tudo a 104 — o trailing teria acompanhado até ~113. A escada é previsibilidade, não maximização.
Qualquer um você pode personalizar (moedas, alvos, reforços, gatilho) antes de criar — ou criar como está.
| Theta aprofunda — teto 85 → 120 (mais reforços na queda, a mesma dupla) |
| 200 | Criar Satélite SOL — 1 moeda, base 10, teto 50, COM 3 reforços · sobra ~30 (15%) |
| 250 | Theta aprofunda — teto → 155 |
| 300 | Satélites +XRP (com reforços) — teto do giro → 100 |
| 350 | Theta aprofunda — teto → 182 |
| 400 | Satélites +BNB (com reforços) — teto do giro → 150 |
| 450 | Criar Reserva DCA (BTC+ETH) — lastro, teto 50 (acumula, nunca vende) |
| 500 | Theta aprofunda — teto → 217 |
| 550 | Satélites +LINK (com reforços) — teto do giro → 200 |
| 600 | Theta aprofunda — teto → 245 |
| 650 | Satélites +ADA (com reforços) — teto do giro → 250 |
| 700 | Reserva DCA: teto 50 → 100 (mais lastro) |
| 750 | Theta aprofunda — teto → 272 |
| 800 | Criar Satélites DeFi (AAVE) — bot próprio, base 10, teto 50, com reforços |
| 850 | Satélites +AVAX (com reforços) — teto do giro → 300 |
| 900 | Theta aprofunda — teto → 307 |
| 950 | Satélites DeFi +UNI (com reforços) — teto → 100 |
| 1.000 | Theta aprofunda — teto → 350 · núcleo ≥40%, sobra 15% intacta (~8 alts, cada uma com reforços) |
Plano do Piloto v2 — três regras novas (honestas):
Acima de 1.000, os níveis de risco alto entram na ordem e SEMPRE em bot próprio, rotulado:
Dá para aportar mais no bot que já está rodando — não precisa recriar nada: deposite o USDT na sua corretora, toque em Editar no card do bot e suba o valor por ciclo (ou adicione moedas). Vale no próximo ciclo (~30s). É assim que o bot Theta "cresce com você": começa com base 10/moeda e cada aporte sobe o teto — os reforços crescem junto e a composição (reinveste 100%) faz o resto.
Exemplo de jornada (aportando +50/mês): mês 1: 100 → cria o Theta (base 10, teto 85) + Reserva da conta 15. Mês 3: 200 → 1º satélite (SOL, com reforços) + sobra 30. Mês 12: 650 → Theta mais fundo + 5 alts (cada um com reforços) + DCA de lastro. O Plano do Piloto é um mapa de alocação, não uma promessa de retorno — para ver como cada moeda rendeu no passado, use o Simulador (histórico real, sem mágica). Esse Plano do Piloto agora é vivo: na página Theta Reserva ele lê o capital dos seus bots, mostra o degrau atual e o próximo passo — sem você fazer conta. E tem o Piloto: o lucro retido dos bots geridos (a parte que NÃO é reinvestida) junta num cofre; a cada +50 USDT, o Plano do Piloto sobe um degrau — no modo Assistido ela avisa no Telegram e espera você aplicar; no modo Piloto ela executa sozinha (sobe base, adiciona moedas — bot real NOVO nasce pausado, o ▶ é seu) e conta o que fez. Só o Plano do Piloto oficial, só bots geridos, tudo auditado — extrato completo em Histórico → 🏦 Cofre (cada crédito, aporte e degrau, com data e saldo). O cofre também paga a recarga automática de BNB pra taxas (liga por conexão): reserva abaixo de ~$1, compra até ~$10 — taxa com desconto e sem poeira nas moedas (na Coinbase não existe Auto-BNB: a taxa sai do próprio USDC, sem poeira e sem reserva). Você entrega um bot ao piloto na criação (checkbox) ou no Editar de um bot rodando (Habilitar/Desabilitar, quando quiser). Ao ligar, as moedas são conformadas ao plano: fora do plano sai, par de degrau quebrado é completado, e moeda com posição aberta fica até vender (nunca no prejuízo) — e o reinvestimento é fixado automaticamente em 50%. O ritmo do plano é simples: profundidade antes de largura — cada degrau primeiro APROFUNDA o que já existe (sobe o teto do Núcleo (Theta), mais reforços); moeda nova só entra quando cabem 50 de teto SEM tocar na Reserva da conta (15%). Por isso são MENOS moedas, cada uma mais forte (~8 alts até 1.000, não ~29). Os dois rodam o MESMO motor de saída (trailing 2% e o «nunca vender no prejuízo»), mas o ALVO é DIFERENTE por papel: o Núcleo mira +1,5% (calmo, é a reserva); os Satélites miram +2% — alts mais voláteis balançam mais, então um alvo maior captura ondas maiores. Isso saiu de backtest de 5 anos nos alts do Plano do Piloto: Satélites a +2% renderam +56% mais que a +1,5% (x10,4 vs x6,6 sobre o capital), e escalar o alvo pela volatilidade de cada moeda (1,5%–2,5%) renderia +73% — fica como refino futuro. (Não confunda os «Satélites» do Plano do Piloto com o template «Giro Ativo BTC», que é outra coisa: um bot de BTC com entrada por RSI<45.)Quem verifica é o próprio motor, no MESMO tick dos bots (~30 segundos): a rotina do piloto lê a config atual dos geridos (moedas, bases, tetos), compara com o plano e decide — degrau que sua config já cumpre avança de graça (sem gastar o cofre); degrau novo só executa quando o cofre tem o custo dele. Quer acelerar sem esperar o lucro? Use o botão 💰 Aportar (no Editar do bot gerido, ou no plano): você diz QUANTO quer aportar e o valor entra direto no cofre — o piloto sobe os degraus sozinho, um a cada ~30s, na ordem do plano. Nada de editar ciclo na mão: o dinheiro entra e já trabalha. No real, deixe esse USDT livre na corretora — o cofre organiza; quem compra é o saldo da conta. O plano vai até 10.000 USDT em duas fases: Fase 1 — Moedas (até 1.000: completa o universo degrau a degrau, como na tabela acima) e Fase 2 — Capital (1.000 → 10.000: cada degrau escala a frota inteira proporcionalmente; passos de +100 até 2.000, +250 até 5.000 e +500 até 10.000 — o cofre precisa juntar a largura do passo). E a cada degrau alcançado você recebe os parabéns no Telegram, com o APR e o APY da sua posição — retrovisor, não promessa. No real, ligar o Piloto liga o Auto-BNB sozinho (piso ~$1 → recarrega até ~$10); você controla ele à parte em Configurações › Corretoras — desligar o Piloto não desliga ele — e cada recarga aparece no dashboard, no histórico próprio do BNB. E desde 06/07, o cofre é POR corretora, na moeda dela: Binance junta em USDT, Coinbase em USDC e Bybit em USDT (caixa própria — moeda igual não mistura caixa) — cada caixa sobe os próprios degraus e uma nunca paga degrau da outra. O papel de cada bot no plano (comportamentos diferentes, de propósito): o Theta é a PROFUNDIDADE — fica só em BTC+ETH, com reforços na queda, e o Plano do Piloto sobe o TETO dele (85→120→155→182→217…); nunca ganha moeda nova. O Giro (perfil Ativo) é a LARGURA — mas agora com reforços (piso de 50/moeda: base 10 + 3 reforços, fim do «1 tiro sem reforços»), e o Plano do Piloto ADICIONA 1 moeda por vez (200: SOL · 300: XRP · 400: BNB · 550: LINK · 650: ADA · 850: AVAX) (exemplo Binance; na Coinbase, equivalentes do universo dela). A Reserva DCA (nasce no degrau 450) é o LASTRO — acumula BTC+ETH sem nunca vender, com teto que o Plano do Piloto sobe no 750. E o Giro DeFi (nasce no 800) repete a lógica de largura no setor DeFi, em bot próprio com risco rotulado. E remover moeda tem saída suave: se ela está com posição aberta, o bot aceita a remoção, marca a moeda como «saindo» (⌛) — ela para de comprar, vende no lucro quando o ciclo fechar e sai sozinha, liberando a vaga pra próxima moeda. Nunca vende no prejuízo pra "arrumar" a lista.
Regra da casa, inegociável: em spot, só fechamos operação no lucro. Se o preço cair, o bot segura a posição e espera — nunca vende no prejuízo. Cripto blue-chip historicamente se recupera; vender no vermelho só cristaliza a perda. Toda estratégia aqui segue isso.
| $5.000 |
| ~$50 |
Mas espera — se o bot também opera BNB, como ele sabe que não é pra vender minha reserva de taxa?
Boa pergunta. O bot só vende a quantidade de BNB que ele mesmo comprou, contada pelas ordens dele. O BNB que você separou pra taxa o bot nunca vende — essa reserva só diminui quando uma taxa é de fato paga. Então, mesmo operando BNB, seu dinheiro de taxa fica seguro.
Mais limpo ainda: deixe o BNB fora da lista de moedas do bot — aí ele é 100% reserva de taxa e não há mistura nenhuma.
Auto-BNB: a reserva se recarrega sozinha
O Auto-BNB mantém sua reserva de taxa cheia sozinho: quando o BNB cai abaixo do piso (~$1), compra um pouco (até ~$10). Com isso, as taxas saem sempre em BNB (~25% mais baratas) e a moeda comprada chega inteira, sem poeira. Vale pro Plano do Piloto e também pro Spot Pro.
Só Binance real (a taxa em BNB não existe no paper nem na Coinbase). Liga sozinho ao ativar o Piloto, mas você controla ele à parte em Configurações › Corretoras — desligar o Piloto não desliga ele. Cada recarga fica registrada no dashboard, no histórico próprio do BNB.
Bybit: a taxa sai da moeda recebida
Na Bybit a taxa é ~0,1% e é descontada da moeda que você recebe: na compra chega um pouco menos da moeda; na venda chega um pouco menos de USDT. É regra da corretora: ordens via API (como as dos bots) ficam fora do desconto de pagar taxas com MNT — esse benefício só existe operando à mão no site. O motor registra cada taxa, vende pelo líquido real que ficou na conta e varre os resíduos — sem «poeira fantasma».
Nenhum é mágico. Em alta forte, DCA puro é difícil de bater. Passado não garante futuro.
O que mede: A força do movimento recente numa escala de 0 a 100. Perto de 0 = muito vendido (sobrevendido); perto de 100 = muito comprado.
Como o Theta usa: Só abre a posição quando o RSI bate a condição — ex.: abaixo de 30 significa 'comprar no medo', quando o ativo apanhou demais.
Quando ajuda: Em mercados que oscilam de lado, comprar sobrevendido melhora o preço médio de entrada.
Quando falha: Numa tendência forte de queda, o RSI fica 'sobrevendido' por muito tempo e a queda continua — o gatilho compra cedo demais.
Fórmula: Compara a média das altas com a média das quedas no período. Quanto mais alta relativa, maior o RSI.
Nosso backtest: Backtest real (BTC+ETH, 3 regimes): bate o DCA na baixa (+2,1% a +2,7%) e ganha de leve no lateral; mas perde feio na alta forte (−7% a −15%), porque compra pouco e tarde. Vence 4 de 6 cenários — bom pra acumular barato em queda/lado, ruim pra perseguir uma alta.
O que mede: O preço médio dos últimos N períodos — uma linha que suaviza o ruído.
Como o Theta usa: Abre quando o preço está abaixo (ou acima) da média. Ex.: comprar quando o preço está abaixo da média.
Quando ajuda: Filtra entradas: comprar abaixo da média evita pagar caro num topo local.
Quando falha: Atrasa. A média reage devagar; em viradas rápidas o sinal chega tarde.
Fórmula: Soma os fechamentos dos últimos N períodos e divide por N.
Nosso backtest: Backtest real: o mais equilibrado — ganha do DCA na baixa e no lateral (+0,5% a +1,2%) e perde pouco na alta (−0,4% a −1,1%). Vence 4 de 6, e quando perde, perde pouco.
O que mede: Como a média simples, mas dá mais peso aos preços recentes — por isso reage mais rápido.
Como o Theta usa: Abre quando o preço cruza abaixo (ou acima) da EMA.
Quando ajuda: Capta viradas mais cedo que a média simples.
Quando falha: Por reagir rápido, gera mais sinais falsos em mercado de lado (ruído).
Fórmula: Cada novo preço entra com peso 2/(N+1); o restante vem da EMA anterior.
Nosso backtest: Backtest real: praticamente igual à média simples — ganha na baixa/lateral (~+0,5% a +0,7%), perde pouco na alta. Vence 4 de 6. Reage um pouco mais rápido, resultado quase idêntico.
O que mede: A diferença entre uma média curta (12) e uma longa (26) — mostra a força e a direção do momentum.
Como o Theta usa: Abre quando o MACD cruza acima da sua linha de sinal (o momentum virando pra cima).
Quando ajuda: Confirma o começo de uma tendência, evitando entrar contra o movimento.
Quando falha: Em mercado de lado, cruza pra cima e pra baixo o tempo todo — muitos sinais falsos.
Fórmula: MACD = EMA(12) − EMA(26). A linha de sinal é a EMA(9) do próprio MACD. Usa o padrão de mercado (12/26/9).
Nosso backtest: Backtest real: o mais neutro — fica colado no DCA em quase tudo (−0,4% a +0,7%). Vence 3 de 6, sem grandes desvios. Raramente atrapalha, raramente dá vantagem clara.
O que mede: Uma faixa em volta da média (média ± 2 desvios-padrão) que se alarga quando o mercado fica volátil.
Como o Theta usa: Abre quando o preço fura a banda inferior — um exagero de baixa que costuma corrigir.
Quando ajuda: Em mercado de lado, tocar a banda inferior costuma marcar bons fundos para comprar.
Quando falha: Numa queda forte o preço 'anda na banda' inferior e segue caindo — o gatilho compra cedo.
Fórmula: Banda = média de N períodos ± 2 desvios-padrão dos fechamentos.
Nosso backtest: Backtest real: o de maior amplitude — melhor ganho no lateral/baixa (+2,4% a +4,7%), mas a maior perda na alta (−10% a −15%) porque compra raríssimo (poucos toques na banda). Vence 3 de 6. Cirúrgico, exige mercado de lado.
O que mede: Onde o preço atual está dentro da faixa (mínimo–máximo) do período, de 0 a 100. Perto de 0 = no fundo.
Como o Theta usa: Abre quando o %K está baixo (ex.: abaixo de 20 = sobrevendido).
Quando ajuda: Bom para achar fundos em mercado que oscila.
Quando falha: Como o RSI, em tendência de queda fica baixo por muito tempo sem virar.
Fórmula: Posição do último preço entre o mínimo e o máximo do período. Usamos fechamentos como aproximação honesta — não temos máximas/mínimas intradiárias.
Nosso backtest: Backtest real: parecido com o RSI — ganha na baixa/lateral (~+1%), perde na alta (−2,4% a −4,5%). Vence 4 de 6. Bom filtro de fundo em mercado que oscila.
Honestidade — o que o nosso backtest mostrou (BTC+ETH, 3 regimes, líquido de taxa, vs DCA puro): os indicadores ajudam na baixa e no lateral (comprar sobrevendido baixa o preço médio em ~1 a 3%), mas todos perdem pro DCA numa alta forte — esperar a queda faz comprar pouco e tarde. Mais robustos: Média, EMA, RSI e Estocástico (venceram 4 de 6 cenários). Nenhum é mágico, e a gente diz quando o indicador perde — o número de cada um está logo acima.
Porque o alvo ARMA o trailing — ele não dispara a venda: ao cruzar +1,5% o bot deixa o lucro correr e vende no RECUO a partir do pico. Se o pico foi curto, a venda pode sair um tico abaixo do alvo nominal (ex.: +1,42%) — e muitas vezes sai ACIMA. Sempre no lucro: existe um piso (custo × 1,0035, cobre as taxas) abaixo do qual o trailing nunca vende.
As duas maiores e mais líquidas — reserva de valor digital, a base de qualquer carteira.
Redes (blockchains) consolidadas, com ecossistema e liquidez próprios.
Sobreviveram a vários ciclos de baixa — longevidade comprovada.
Infraestrutura que liga blockchains ao mundo real — oráculos (LINK) e indexação de dados (GRT).
Protocolos DeFi líderes (empréstimo, troca, staking) com histórico — opt-in.
Mais novas, maior risco/retorno — opt-in para quem quer crescimento.
Projetos com fundamento real, mas jovens e muito voláteis — cross-chain (RUNE), IA/agentes (FET), GPU descentralizado (RENDER), gaming (IMX), armazenamento (AR). Maior risco/retorno; opt-in consciente. Sem memecoin.
Projetos NOVOS (menos de ~2 anos) com tese real — IA descentralizada (TAO), ativos do mundo real/RWA (ONDO), oráculo (PYTH), staking no Solana (JTO), DEX na Base (AERO), perpétuos (HYPE). AVISO HONESTO: ainda NÃO passaram por um ciclo de baixa completo — não temos histórico longo pra avaliar, então o risco é alto e a volatilidade é grande. Entram aqui (e não nas outras camadas) justamente porque são exceção ao nosso critério de ≥2 anos. Opt-in consciente.
Ouro FÍSICO tokenizado — PAXG (Pax Gold, emissor Paxos, regulado em NY): cada token é lastreado em 1 onça-troy de ouro em cofre em Londres. Serve como DIVERSIFICADOR: no backtest de ~6 anos (candles reais), uma Carteira 60BTC/25ETH/15PAXG teve o MESMO retorno da versão só-cripto, mas com drawdown ~7pp menor e volatilidade ~9pp menor (corta o risco sem sacrificar o ganho). Opt-in consciente. Só faz sentido em estratégias de PESO/APORTE (Carteira, Guardião) — não no Ciclo (ouro não faz o compra-vende-no-alvo do cripto). Spread e liquidez menores que BTC/ETH.
Snapshot do critério ∩ pares líquidos listados em cada corretora (atualiza quando a curadoria muda). Bots reais liberados nas duas.
187.127.30.44. Assim a chave só funciona do nosso servidor — mesmo que vaze, não serve para ninguém.Ainda não tem conta na Coinbase? Você pode criar pela nossa indicação — criar conta na Coinbase (link de indicação).
187.127.30.44.organizations/…/apiKeys/…) e privateKey (começa com -----BEGIN EC PRIVATE KEY-----).Por que sem saque + IP travado? É a defesa exata contra o tipo de vazamento que já atingiu concorrentes. Sua chave nunca pode mover fundos.
Honestidade: moeda fora da curadoria pode ter menos liquidez e mais volatilidade — o «nunca vende no prejuízo» significa que você pode ficar ESPERANDO muito mais tempo numa moeda fraca. A régua de US$300 mil filtra iliquidez, não projeto ruim.
| BTC+ | Alta de alts vs BTC | acumula BTC quando os alts sobem em BTC |
Honestidade: nenhuma estratégia ganha em TODO mercado — por isso o Plano do Piloto combina várias. E a gente testou fazer o bot se ADAPTAR ao regime sozinho: com o backtest corrigido rendeu MENOS que a config fixa fora da amostra, então esse modo NÃO existe no produto (números abaixo).
O backtest que decidiu (corrigido 11/07: candles 1h, 11 moedas — incluída uma que derreteu —, banca restrita, walk-forward: desenho 2020-22, validação 2023-25; o número abaixo é a VALIDAÇÃO, com taxas):
| Ajuste | Resultado | Decisão |
|---|---|---|
| Espaçar reforços por volatilidade (ATR) | −4,1 p.p. | ✗ REMOVIDO 11/07 (o «+8,6» antigo era falha do backtest velho — ele olhava o futuro) |
| Adaptar o ciclo ao regime | −7,1 p.p. | ✗ NÃO existe no produto (rende menos fora da amostra) |
| 1ª entrada escalonada por RSI | +1,1 p.p. | ✗ marginal e com quedas maiores — não entra |
| Reforço dimensionado por ATR | inconsistente | ✗ perde em 2020-22, ganha em 2023-25 por 1 moeda atípica; no pânico compra MENOS — não entra |
| Travar reforço com RSI diário esmagado | ≈ 0 | ✗ ruído; nos pânicos reais (LUNA/FTX) não protegeu — não entra |
Regra-mãe da casa: nenhum parâmetro muda sem backtest comparativo publicado. Testamos cinco ajustes e NENHUM venceu de forma robusta — inclusive tiramos um que tinha entrado (ATR) quando o backtest corrigido mostrou que o número que o aprovou era falha (ele olhava o futuro). Publicar o erro e retirar o recurso É a regra. Passado ≠ futuro.